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Controles integrados e governança são temas de palestras no 2º Fórum

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Controladoria governamental e integração dos controles internos e externos para o combate à corrupção foram temas das palestras realizadas na manhã desta sexta-feira (10), no segundo dia do Fórum Piauiense de Controle Interno. O evento é promovido pela Controladoria-Geral do Estado do Piauí e acontece desde a quinta-feira (09), no Tribunal de Contas do Estado, em Teresina. 

Enquanto o gerente de Controle Interno da CGE, Márcio Rodrigo Sousa abordou os desafios e perspectivas na administração pública, o conselheiro Luciano Nunes, do TCE, falou sobre a integração dos controles no combate à corrupção. 

O que ambas as palestras têm em comum? Elas reforçam a necessidade de um controle eficaz para garantir a eficiência da máquina pública e gerenciamento adequado do dinheiro público. 

Para o gerente de Controle Interno, é preciso melhorar a qualidade do gasto público, conseguindo utilizar o dinheiro de maneira racional,maximizando resultados. 

“O desafio do controle interno é gerenciar dois elementos que influenciam a qualidade do gasto: a quantidade dos bens e serviços que contratamos e o preço. Não existe no setor público uma métrica que se utilize para determinar a necessidade real na administração pública, por exemplo, quantos veículos locar, quantos servidores contratar. O controle interno tem que atuar prioritariamente nesses dois fatores e quando envolver o uso desses bens, é preciso tornar o processo de trabalho eficiente, estabelecendo tarefas a cada servidor, determinando o tempo necessário para realizar essas atividades e o método. Dessa forma conseguimos fazer uma boa gestão operacional e financeira”, ressaltou Márcio Rodrigo Souza. 

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O conselheiro do TCE, Luciano Nunes, destacou que deve haver controle de todas as partes, pois, de acordo com ele, os controles devem ser complementares. 

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"Para que uma sociedade funcione bem, temos o controle social , que eu diria que é a antena da sociedade. E temos os controles interno e externo que são os receptores da sociedade. Eles captam o que o controle social diz e enquanto o controle interno procura orientar o gestor, o controle externo procura fiscalizá-lo, alimentado pelas informações do controle interno. Caso o controle interno note alguma irregularidade com a gestão, ele obrigado a dar ciência ao controle externo, que vem com a fiscalização. Um fiscaliza, outro orienta e ambos captam da sociedade o resultado da efetividade da gestão, prevenindo a corrupção, que é uma matéria difícil até de se conseguir se prevenir, mas ao menos é o objetivo da integração dos controles”. 

 

Escrito por Virgínia Santos   
 

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